quarta-feira, 26 de outubro de 2011

DOR NO OMBRO

 



Um dos maiores causadores de dor no Ombro é a lesão do Manguito Rotador (conjunto de 4 músculos: subescapular, supra-espinhoso, infra-espinhoso e redondo menor). Esses músculos cobrem a cabeça do úmero (parte do osso do braço que se conecta com a Cintura Escapular: escápula e clavícula); e são responsáveis pela estabilização, força e mobilização.

CAUSAS DA LESÃO

Existem diversas formas de lesionar o ombro: Impacto por quedas e acidentes (fraturas, luxação, distensão muscular, etc), movimentos repetitivos (tendinites e bursites) e degeneração (artrose). Porém a dor pode aparecer mesmo sem ter havido nenhuma lesão, você de repente acorda com a dor e nem sabe de onde veio. Normalmente isso acontece devido a uma mecânica de movimento faltosa ao elevar o braço.

COMO ISSO ACONTECE?

Todo o movimento do braço está diretamente conectado à escápula (antigo omoplata) que é um osso chato que se encontra nas costas. Se você elevar um dos ombros em direção às suas orelhas com a mão sobre ele e dedos sobre o osso mais atrás, vai sentir que esse osso desliza pra cima e, quando você distancia o ombro das orelhas ele escorrega para baixo, como se a ponta inferior desse osso (escápula) quisses ir em direção ao bolso traseiro da sua calça. Esse deslocamento da escápula é muito importante e deve ser feito sem muito esforço, para não causar tensões no trapézio, músculo sobre os ombros perto do pescoço. No dia a dia, acostumamos colocar ali todo o estresse e as tensões, e sem perceber vamos comprimindo os ombros e trazendo eles cada vez mais perto das orelhas… Mas, se você prestar atenção, vai sentir que ao dirigir os ombros estão tensos, ao atender o telefone, ao cozinhar… e é esse acúmulo de tensões que irá causa as dores no pescoço e nas costas… O problema maior é que, esse novo hábito de mater os ombros elevados vai influenciar nos movimentos dos braços. Tudo porque na escápula tem uma pontinha saliente na parte superior sobre o ombro quase na articulação (o acrômio) e, quando o ombro está elevado, essa pontinha vai deslizar à frente podendo pinçar o nervo ou o tendão que passa por baixo dela indo em direção ao braço. Esse pinçamento ou compressão, poderá trazer lesões caso o braço seja elevado acima da altura dos ombros com uma sobrecarga, isto é, se você estiver carregando algo pessado; podendo até ocasionar ruptura parcial ou total do tendão.

É importante lembrar que, fazer a correção do movimento, num exercício lento não é tão difícil, o mais difícil e conseguir fazer isso no dia a dia, quando você está com milhares de coisas na cabeça. O Pilates vai te ajudar nessa transferência, desafiando o controle em exercícios de alta complexidade e em diferentes posições. Você tem o auxilio das molas para fortalecer graduamente, respeitando as suas limitações.

Fonte: http://tatipilates.wordpress.com/2008/05/01/dor-no-ombro-e-o-manguito-rotador/

Um gde abraço
MALU

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

BURSITE E A INTERVENÇÃO DO PILATES

Bursite é uma inflamação ou irritação da bursa, uma pequena bolsa com líquido que se localiza entre o osso e as estruturas móveis como os músculos, tendões e peles. Envolve as articulações e permite um maior deslizamento entre as estruturas, além de absorver impactos, protegendo os ossos, tendões e tecidos musculares, evitando lesões.
Qualquer bursa do corpo está sujeito a ser afetado, mas os mais frequentes se dão nos cotovelos, punhos, dedos, quadris, joelhos, tornozelos, pés e principalmente nos ombros. Este último, devido à grande quantidade de bursas contidas nesta região. Os sintomas são: dor (principalmente noturna) e rigidez, restrição de movimentos, edema e inflamação.
Bursites são condições normalmente temporárias, mas podem se tornar crônicas. Normalmente a inflamação da bursa se dá por traumas, movimentos repetitivos ("overuse"), uso excessivo das articulações ou lesões por esforço, tendo o quadro agravado quando o indivíduo tem um condicionamento físico ruim, má postura ou usa o membro afetado em uma posição forçada e desajeitada. E ocasionalmente, também poderá ser causada por uma infecção (artrite séptica) dentro da bursa ou ao redor do tendão. Tal inflamação acaba gerando um inchaço que pressionará a bursa induzindo à uma inflamação também neste local, resultando na bursite. or isso, a bursite pode estar associada a outros problemas como artrose, artrite reumatóide, osteoporose e gota.
O tratamento se basea na causa. Em casos de "overuse" ou trauma, é indicado o repouso. A postura e o posicionamento correto durante atividades traumatizantes é importante para prevenir lesões reincidentes. O uso de "splints" (talas de plástico) na área afetada como imobilização, calor úmido, e outras terapias físicas ajudam na melhoria da dor aguda.
Medicamentos como antiinflamatórios e corticosteróide (infiltração ou uso sistêmico) são úteis no processo inflamatório e o antibiótico é necessário em casos de infecção. A intervenção cirúrgica em bursite não é freqüente. Porém, procure sempre orientação médica e nunca tome medicação por conta própria.
Uma vez controlado o ataque agudo, deve ser iniciado o trabalho de prevenção e/ou correção dos fatores causais. Como houve muita dor, os movimentos acabam limitados e se dá um quadro de tensão e fraqueza muscular, além de dor de cabeça e formigamento. Então as atividades da vida diária ficam comprometidas.

Com a prática do PILATES, a qualidade e o equilíbrio muscular serão enfatizados através de exercícios específicos e holísticos de força, flexibilidade e estabilização. Os braços, pernas e quadris estarão mais preparados para suas funções, a coluna estará mais alinhada, alongada e fortalecida. Haverá um reequilíbrio dos músculos esqueléticos de forma geral e a ergonomia será otimizada, conduzindo a uma redução considerável dos impactos nas articulações, e sobretudo nas bursas, amenizando o atrito e as inflamações e, consequentemente, as dores serão estabilizadas e previnidas. E então, a auto-estima fluirá de forma natural. Requisitos esses, fundamentais para prevenir novas lesões e/ou recorrências das antigas.
 

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Pilates aumenta a sua flexibilidade e liberdade de movimentos

1. Seu corpo vai ficar melhor alinhado, evitando desequilíbrios e melhorando sua postura. Isso é particularmente útil para os esportistas, por exemplo: pense em um jogador de tênis, constantemente rebater a bola usando o mesmo braço ou um jogador de golfe sempre balançando de um mesmo lado.
2. Você vai tornar seu corpo mais ciente e melhor coordenado, melhorar suas habilidades proprioceptivas (a maneira como seu corpo se move no espaço).
3. O espaço entre as vértebras será aumentado, isso irá minimizar a pressão sobre os discos e nervos. Não há dúvida de que o Pilates irá prevenir problemas nas costas ou ensiná-lo a gerenciá-los.
4. Você vai construir força no núcleo para ajudar a apoiar a coluna e manter uma boa postura. Muitos de nós têm a postura que está longe do ideal, muitas vezes a causa de muitos problemas de saúde, principalmente problemas nas costas.
5. Todos os músculos são trabalhados de modo que, todo o corpo pode trabalhar junto em vez de uma área ficar sobrecarregada.
6. Flexibilidade e mobilidade serão substancialmente melhoradas ao longo do tempo, para que o corpo possa se mover livremente, sem colocar tensão indevida sobre as costas.
7. Você vai aprender a respirar corretamente e de forma eficiente, para que a abundância de oxigênio possa atingir todas as partes do corpo, principalmente da coluna vertebral. Respiração alivia o stress e pode reduzir a pressão arterial elevada, assim como de energia crescente.
8. A condição e força de seu assoalho pélvico será grandemente melhorada, pois o assoalho pélvico é parte do núcleo reduzindo os problemas de incontinência. Um grande problema e não apenas para as mulheres!
9. Seu corpo vai mudar de forma, e para melhor! Proporcionando um corpo magro e físico tonificado.
10. Os exercícios aumentam os níveis de serotonina e endorfina, que promovem sentimentos de bem-estar e de meditação. São agora amplamente utilizados como uma forma de lidar com a depressão. Pilates é uma excelente maneira de ajudá-lo a levar uma vida feliz e positiva.

Fonte: yogapilatesabudhabi.com

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS - MALU

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Pilates é bom para mãe e o bebê

Com a chegada da gravidez, por conta daquela moleza inicial e excesso de sono, as grávidas deixam de praticar atividades físicas. Certamente algumas atividades não são muito adequadas, mas existem outras que além de permitidas são indicadas. A ênfase dada pelos movimentos do pilates aos músculos do assoalho pélvico facilita o trabalho do parto normal, diminuindo o esforço realizado pela mãe na hora do nascimento do bebê. Por ser uma atividade que promove o condicionamento físico, trabalhando principalmente a região do core, que contempla o conjunto de músculos abdominais e dorsais, o pilates proporciona um fortalecimento significativo para melhora da postura e principalmente do equilíbrio.
A atividade é indicada a partir do terceiro mês de gestação e os exercícios são adaptados conforme a evolução da gravidez. Segundo a coordenadora técnica da Pilates StudioFit, Letícia Toledo, algumas posições são evitadas “Dependendo do mês de gestação, algumas posturas tornam-se incômodas e por isso geralmente optamos por exercícios em quatro apoios e os em decúbito lateral, devido ao posicionamento da barriga, preservando, assim, o conforto da gestante”, esclarece a professora. Os movimentos ajudam a melhorar a circulação sanguínea, principalmente dos membros inferiores e ajudam a evitar cãibras.
A prática regular e sempre acompanhada de um profissional alivia as tensões na parte superior das costas e o bebê, por sua vez, recebe mais oxigênio e é também beneficiado pelo envio de endorfina (hormônio do relaxamento e bem-estar) via placenta. O crescimento do bebê torna-se mais adequado devido ao controle de peso por parte da futura mamãe. E após o nascimento a mulher pode retomar os exercícios a partir de 30 dias do nascimento do bebê, independente se for realizado parto normal ou cesárea.
Autora: Liliane Ferrari

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PILATES E ADOLESCENTES



Ao criar seu método, Joseph Pilates objetivava um trabalho de condicionamento muscular esquelético (força, flexibilidade e resistência), estabilidade do centro do corpo (enfatizando a cintura pélvica e escapular), o alinhamento corporal e a respiração, atendendo todas as idades. Pense agora no atual perfil dos jovens: crescimento acelerado que ocasiona dores; desajustes posturais ocasionados por motivos diversos (mochila pesada, má postura ao se sentarem no colégio, em frente ao computador e à tv, horas de sono insuficientes ou excessivas); e ocasional sedentarismo, que contribui para o encurtamento muscular, (que também pode estar ligado ao rápido crescimento). Vale lembrar que grande parte das alterações posturais, em especial aquelas relacionadas com a coluna vertebral, têm sua origem na infância e adolescência, fase de crescimento e desenvolvimento corporal.
Nessa situação, fica claro que praticar Pilates na adolescência pode ser uma ótima idéia, pois ele trata de estímulos que adaptam de uma forma ativa o corpo a uma boa postura. Os profissionais de saúde têm indicado a modalidade, mas atualmente estamos sendo surpreendidos com jovens bem informados. A maior parte deles já procura os espaços de prática sabendo dos benefícios que ela proporcionará e escolhendo a modalidade sem influência dos pais. Por outro lado, acreditamos que a divulgação por parte de artistas e celebridades possa também ter alguma influência nessa escolha.
O adolescente, encontrando um profissional que realiza um trabalho sério, fazendo com que o praticante sinta-se à vontade em suas aulas, mantêm sua freqüência e, com o passar de cada aula, sente as diferenças e benefícios do método. Nessas condições, acaba escolhendo o Pilates como a sua atividade física principal, mesmo tendo históricos desanimadores em outras modalidades, tais como esportes coletivos, por exemplo. Como benefício adicional, o aluno aperfeiçoa sua coordenação motora, se a mesma não foi bem trabalhada em sua infância, e consegue melhorar sua concentração e a consciência corporal, que são afetadas nesta fase de turbilhão de hormônios. Mas também existem adolescentes que encontram no pilates a oportunidade de aperfeiçoar sua técnica como alunas bailarinas, nadadores, ciclistas, … ou recuperando-se de lesões por exemplo e conhecendo o lado da reabilitação.
Outro aspecto que vivenciamos ao acompanhar o trabalho com o adolescente é a melhora na auto-estima, pois as práticas possibilitam que o jovem sinta um domínio maior sobre seu corpo, vivencie melhoras físicas e, psicologicamente, permite maior afirmação perante o meio social. Ele gosta das transformações e isso pode revolucionar positivamente a fase que está vivendo, incorporando confiança à sua rotina. E como o trabalho é individual, um bom relacionamento entre instrutor e cliente resulta num treino específico com o devido estímulo e desafios além da avaliação periódica, pois a evolução ocorre de maneira muito rápida. É importante que o instrutor esteja ciente do seu papel e dos procedimentos que devem ser seguidos para o bom andamento do trabalho e quem sabe um bate papo com o aluno seja interessante para conhecermos os gostos do aluno, entendermos suas preferências, inclusive sobre os aparelhos, acessórios e exercícios, e tentar proporcionar um ambiente agradável, que os deixe confortáveis.
Numa pesquisa pela internet, não encontramos dados sobre projetos que utilizam Pilates em colégios no Brasil, mas nos EUA, por exemplo, encontramos projetos orientados à superação do sedentarismo e à educação postural, como uma disciplina curricular adicional. Um dos projetos, chamado Adolescentes Ativos, é realizado na Sierra Middle School (rede de colégios localizados em vários estados), e usa o Pilates como uma ferramenta que estimula a prática junto com uma alimentação saudável, de maneira que o adolescente seja um propagador de hábitos saudáveis em casa e entre os amigos.
Autora: Gerusa Silécia Gurak

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Doença de Parkinson e Exercícios Físicos

Encontrei um trabalho muito interessante publicado recentemente na revista Brain & Cognition. [Benefits of physical exercise on executive functions in older people with Parkinson’s disease. Brain and Cognition 69 (2009) 435–441] Este trabalho foi realizado por pesquisadores brasileiros da UNESP e investigou o efeito do exercício físico sobre as funções executivas de pacientes com doença de Parkinson.
O que eu achei mais legal foram os fundamentos teóricos e as evidências que justificam os benefícios dos exercícios físicos para a saúde do cérebro. Eu não vou traduzir na íntegra este artigo, mas vou comentar as passagens que eu considero mais interessantes. Quem quiser ler, deixe um comentário que eu mando o artigo.
Então vamos começar com uma pequena definição: O termo funções executivas (FE) designa os processos cognitivos de controle e integração destinados à execução de um comportamento dirigido a objetivos, necessitando de subcomponentes como atenção, programação e planejamento de seqüências, inibição de processos e informações concorrentes e monitoramento. O lobo frontal, particularmente a região pré-frontal, tem sido relacionado com essas funções. Aqui temos o primeiro fato interessante do artigo. Ora, aprendemos na faculdade que a doença de Parkinson afeta a substância negra (mesencéfalo) relacionada aos movimentos voluntários, cursando classicamente com bradicinesia, tremor de repouso e rigidez plástica. Mas agora fica a pergunta: Como a degeneração de uma estrutura subcortical é capaz de afetar funções cognitivas relacionadas ao córtex cerebral ?
Pois bem, eu não sabia, mas a degeneração da substância negra e a conseqüente redução da atividade dopaminérgica afeta o funcionamento da via Nigro-estriatal e das vias do núcleo de Meynert . Estas duas vias possuem conexões com o córtex cerebral e portanto são capazes de influenciálo. A degeneração destas vias tem importantes repercussões neurofisiológicas como:
(a) A ruptura do circuito nigro-striatum-thalamus-cortical o qual interconecta o striatum ao córtex pré-frontal
(b) Causa déficits colinérgicos relacionados à degeneração dos neurônios do núcleo basal de Meynert e dos neurônios segmentais do tegmento pedunculo pontino-lateral .
O segundo fato interessante deste artigo é a descrição de como exercícios físicos beneficiam a função cerebral. São citados 6 trabalhos que sugerem que o exercício físico regular é capaz de:
(1) induzir fatores neurotróficos que beneficiam neurônios glutamatérgicos, os quais influenciam o aprendizado, função e possui efeitos angiogênicos.
(2) Promover a neuroplasticidade, e
(3) melhorar a função cognitiva.
Assim, a resposta à pergunta: Exercícios físicos beneficiam a Função executiva de pessoas com Parkinson? Pode ter um efeito direto sobre intervenções que visem prolongar independência e autonomia destes pacientes. Neste sentido exercícios físicos poderiam ser um fator contribuinte na lentificação do declínio cognitivo destes pacientes, e portanto de grande impacto para a qualidade de vida destas pessoas.
O estudo conclui que 6 meses de exercícios físicos regulares é capaz de beneficiar a função executiva de pacientes com Parkinson.

Pilates é usado no tratamento do mal de Parkinson

Sistema de exercícios aumenta a força e flexibilidade de pacientes com tremores e falta de equílibrio.

O Pilates como uma ferramenta a mais de pacientes parkinsonianos. Este foi o tema escolhido pelas fisioterapeutas Jaqueline Mattos e Rosana Dutra para trabalho de conclusão do curso de formação na técnica de Pilates. Neste trabalho as alunas falaram dos benefícios da técnica para quem sofre com disfunções dos padrões dos movimentos, a exemplo de tremores, anormalidades posturais, diminuição da amplitude do movimento e do equilíbrio e fraqueza muscular.

“Se os exercícios forem utilizados de forma segura e de maneira correta traz muitos benefícios ao paciente”, garante Jaqueline Mattos. Mesmo sem contar ainda com o aval de publicações científicas que atestem os benefícios do uso terapêutico do Pilates no tratamento de pacientes com Mal de Parkinson, as fisioterapeutas se respaldaram num estudo de caso.

Nos casos que o Pilates pode ser utilizado como mais um recurso, a estimulação deve acontecer o quanto antes. Os exercícios lentos, solo ou utilizando aparelhos e acessórios, contribuem para a manutenção do equilíbrio, da consciência e movimentação corporal.

“O mais interessante do Pilates é o tratamento de reeducação neuromuscular. Os aparelhos permitem que a gente simule as atividades funcionais cotidianas, como agachar, sentar, de forma confortável para o paciente”.

A estimulação precoce - acrescenta a especialista - feita com todo cuidado e observando as especificidades de cada paciente, podem minimizar sintomas como perda do equilíbrio e encurtamento dos movimentos.

Fonte: Revista Pilates
http://espacofisiopilates.blogspot.com/2007/12/pilates-usado-no-tratamento-do-mal-de.html

UM GRANDE ABRAÇO A TODOS
MALU